Grupo De Estudos Doenças Raras ganha destaque na revista Reação 2011 na feira Reatech, com apoio Vereador Kamia

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2ª CAMINHADA DAS DOENÇAS RARAS- 2011

Segunda Caminhada  das doenças raras.Apoio Vereador Kamia  & GEDRSeja um voluntário,venha ser um GEDR- Inscrições -3396-5043 -Marcos Teixeira

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A EXPRESSÃO PORTADOR DA PATÓLOGIA UTILIZADA POR PROFISSIONAIS DA SAÚDE QUE LIDAM COM PACIENTES , FOI OFICIALMENTE VETADA PELOS DIREITOS HUMANOS

26/11/2010 – Portal da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: http://www.direitoshumanos.g
O “portador” de demência ou de Doença de Alzheimer passa a ser considerado “pessoa” com a Doença de Alzheimer. Leia abaixo resumo da Portaria no 2.344, de 3 de novembro de 2010.
Oficialmente, deixa-se de utilizar a expressão PORTADOR
26/11/2010 – Portal da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: http://www.direitoshumanos.g
O “portador” de demência ou de Doença de Alzheimer passa a ser considerado “pessoa” com a Doença de Alzheimer. Leia abaixo resumo da Portaria no 2.344, de 3 de novembro de 2010.
O “portador” de demência ou de Doença de Alzheimer passa a ser considerado “pessoa” com a Doença de Alzheimer. Leia abaixo resumo da Portaria no 2.344, de 3 de novembro de 2010.

Oficialmente, deixa-se de utilizar a expressão PORTADOR
26/11/2010 – Portal da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: http://www.direitoshumanos.g

O “portador” de demência ou de Doença de Alzheimer passa a ser considerado “pessoa” com a Doença de Alzheimer. Leia abaixo resumo da Portaria no 2.344, de 3 de novembro de 2010.

Oficialmente, deixa-se de utilizar a expressão PORTADOR
26/11/2010 – Portal da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República: http://www.direitoshumanos.g
O “portador” de demência ou de Doença de Alzheimer passa a ser considerado “pessoa” com a Doença de Alzheimer. Leia abaixo resumo da Portaria no 2.344, de 3 de novembro de 2010.
PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS

PORTARIA Nº 2.344, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2010

DOU de 05/11/2010 (nº 212, Seção 1, pág. 4)

O MINISTRO DE ESTADO CHEFE DA SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS DA PRESIDÊNCIA
DA REPÚBLICA, no uso de suas atribuições legais, faz publicar a Resolução nº
1, de 15 de outubro de 2010, do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa
Portadora de Deficiência – CONADE, que altera dispositivos da

Resolução nº 35, de 6 de julho de 2005, que dispõe sobre seu Regimento
Interno:
Art. 1º – Esta portaria dá publicidade às alterações promovidas pela
Resolução nº 1, de 15 de outubro de 2010, do Conselho Nacional dos Direitos
da Pessoa Portadora de Deficiência – CONADE em seu Regimento Interno.

Art. 2º – Atualiza a nomenclatura do Regimento Interno do CONADE, aprovado
pela
Resolução nº 35, de 6 de julho de 2005, nas seguintes hipóteses:

I – Onde se lê “Pessoas Portadoras de Deficiência”, leia-se “Pessoas com
Deficiência”;

II – Onde se lê “Secretaria Especial dos Direitos Humanos da Presidência da
República”, leia-se “Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República”;

III – Onde se lê “Secretário de Direitos Humanos”, leia-se “Ministro de
Estado Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República”;

IV – Onde se lê “Coordenadoria Nacional para Integração da Pessoa Portadora
de Deficiência”, leia-se “Secretaria Nacional de Promoção dos Direitos da
Pessoa com Deficiência”;

V – Onde se lê “Política Nacional para Integração da Pessoa Portadora de
Deficiência”, leia-se “Política Nacional para Inclusão da Pessoa com
Deficiência”;

Art. 3º – Os artigos 1º, 3º, 5º, 9º e 11, passam a vigorar com a seguinte
redação:

“Art. 1º –
…………………………………………………………………………………………….

XI – atuar como instância de apoio, em todo território nacional, nos casos
de requerimentos, denúncias e reclamações formuladas por qualquer pessoa ou
entidade, quando ocorrer ameaça ou violação de direitos da pessoa com
deficiência, assegurados na Constituição Federal, na Convenção sobre os
Direitos das Pessoas com Deficiências e demais legislações aplicáveis;

XII – participar do monitoramento e implementação da Convenção sobre os
Direitos da Pessoa com Deficiência, para que os direitos e garantias que
esta estabelece sejam respeitados, protegidos e promovidos; e

…………………………………………………………………………………” (NR).

Art. 3º – Os representantes das organizações nacionais, de e para pessoa com
deficiência na forma do inciso II, alínea a, do art. 2º, serão escolhidos
dentre os que atuam nas seguintes áreas:

…………………………………………………………………………………………….

II – um na área da deficiência auditiva e/ou surdez;

…………………………………………………………………………………………….

IV – dois na área da deficiência mental e/ou intelectual;

…………………………………………………………………………………… (NR).

Art. 5º – As organizações nacionais de e para pessoas com deficiência serão
representadas por entidades eleitas em Assembléia Geral convocada para esta
finalidade e indicarão os membros titulares e suplentes.

§ 1º – As entidades eleitas e os representantes indicados terão mandato de
dois anos, a contar da data de posse, podendo ser reconduzidos.

§ 2º – A eleição será convocada pelo CONADE, por meio de edital publicado no
Diário Oficial da União, no mínimo 90 (noventa) dias antes do término do
mandato.

§ 4º – O edital de convocação das entidades privadas sem fins lucrativos e
de âmbito nacional exigirá para a habilitação de candidatos e eleitores, que
tenham filiadas organizadas em pelo menos cinco estados da federação,
distribuídas, no mínimo, por três regiões do País.

……………………………………………………………………………………………

§ 6º – O processo eleitoral será conduzido por Comissão Eleitoral formada
por um representante do CONADE eleito para esse fim, um representante do
Ministério Público Federal e outro da Secretaria Nacional de Promoção dos
Direitos da Pessoa com Deficiência – SNPD, especialmente convidados para
esse fim.

………………………………………………………………………………….. (NR).

Art. 9º – Os Conselhos Estaduais e Municipais de Direitos da Pessoa com
Deficiência serão representados por conselheiros eleitos nas respectivas
Assembléias Gerais estaduais ou municipais, convocadas para esta finalidade.

Parágrafo único – O Edital de Convocação para a habilitação dos Conselhos
Estaduais e Municipais será publicado em Diário Oficial pelo menos 90
(noventa) dias antes do início dos novos mandatos e definirá as regras da
eleição, exigindo que os candidatos comprovem estar em pleno funcionamento,
ter composição paritária e caráter deliberativo.

………………………………………………………………………….

§ 1º – A eleição do Presidente e do Vice-Presidente dar-se-á mediante
escolha, dentre seus membros, por voto de maioria simples, para cumprirem
mandato de dois anos.

…………………………………………………………………………………………….

§ 4º – Fica assegurada a representação do Governo e da Sociedade Civil na
Presidência e na Vice-Presidência do CONADE e a alternância dessas
representações em cada mandato, respeitada a paridade.

…………………………………………………………………………………………….

§ 6º – Caso haja vacância do cargo de Presidente, o Vice- Presidente
assumirá e convocará eleição para escolha do novo Presidente, a fim de
complementar o respectivo mandato, observado o disposto no § 4º deste
artigo.

§ 7º – No caso de vacância da Vice-Presidência, o Plenário elegerá um de
seus membros para exercer o cargo, a fim de concluir o mandato, respeitada a
representação alternada de Governo e Sociedade Civil.

……………………………………………………………………………………………………… (NR).

Art. 4º – Revogam-se os §§ 1º, 2º e 3º do art. 9º da Resolução nº 35/2005.

Art. 5º – As alterações no Regimento Interno do CONADE entram em vigor na
data de publicação desta Portaria.

PAULO DE TARSO VANNUCCHI


Postado por ESTUDO DE DOENÇAS RARAS no G.E.D.R.Brasil em 1/13/2011 01:12:00 PM

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SP define novo calendário de vacinação pelo SUS para 2011

Duas vacinas entram em vigor e a terceira atende espectro maior de jovens.  O calendário de 2011 terá a inclusão da vacina pneumocócica 10-valente, que protege crianças contra uma bactéria que provoca infecções respiratórias, e inclusão da vacina meningocócica, que imuniza contra a meningite C. Outra novidade é a ampliação da vacina contra hepatite B para pessoas de até 24 anos. Antes só quem tinha até 19 anos tinha direito a essa vacina. A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo acaba de definir um novo calendário oficial de vacinação pelo SUS (Sistema Único de Saúde) para o ano de 2011.São três novidades em relação ao calendário atual. Haverá inclusão, na rotina, da vacina pneumocócia 10-valente, que protege crianças contra uma bactéria causadora de infecções respiratórias, e da meningocócica, que imuniza contra a meningite C.

Outra mudança é a ampliação da idade para imunização contra a hepatite B, agora disponíveis para os paulistas de 1 a 24 anos. Antes, apenas pessoas até 19 anos de idade tinham direito a esta vacina. As alterações seguem diretrizes preconizadas pelo Ministério da Saúde.

As vacinas do calendário da rede pública contemplam todas as faixas etárias e é importante que toda a população paulista esteja atenta aos reforços necessários durante toda a vida. Todas as vacinas são oferecidas gratuitamente.

A vacina dupla adulto, contra difteria e tétano, por exemplo, deve ser tomada a cada 10 anos. Do total de casos de tétano acidental registrado no estado de São Paulo nos últimos cinco anos praticamente todos os casos foram em adultos maiores de 30 anos (99,9%). A vacina contra a febre amarela também tem validade de uma década, para as pessoas que vão viajar ou residem em áreas consideradas de risco.

“Os jovens e adultos precisam se conscientizar de que vacinação não é apenas para crianças. É um ótimo meio de prevenção de doenças, disponível gratuitamente para todos”, explica Helena Sato, diretora de Imunização da Secretaria.

As vacinas estão disponíveis nos postos de saúde, que abrem rotineiramente de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.

Calendário de vacinação para crianças até seis anos de idade – 2011

IDADE VACINAS
Ao nascer BCG + HEPATITE B
2 meses POLIOMIELITE (ORAL) + HEPATITE B + DTP -Hib + ROTAVÍRUS
3 meses PNEUMOCÓCICA 10 valente + MENINGOCÓCICA C
4 meses POLIOMIELITE (ORAL) + DTP – Hib + ROTAVIRUS
5 meses PNEUMOCÓCICA 10 valente + MENINGOCÓCICA C
6 meses POLIOMIELITE (ORAL) + DTP -Hib + HEPATITE B
7 meses PNEUMOCÓCICA 10 valente
9 meses FEBRE AMARELA1
12 meses SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA + MENINGOCÓCICA C
15 meses POLIOMIELITE (ORAL) + DTP + PNEUMOCÓCICA 10 valente
4 a 6 anos POLIOMIELITE (ORAL) + DTP + SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA

 

* Observ: 1. Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica. Reforço a cada dez anos.

 BCG: vacina contra a tuberculose. POLIOMIELITE: vacina poliomielite 1, 2 e 3 (atenuada).HEPATITE B: vacina hepatite B (recombinante).DTP- Hib: vacina adsorvida difteria, tétano, pertussis, e  Haemophilus influenzae b (conjugada)ROTAVIRUS: vacina rotavirus humano G1P1[8] (atenuada) PNEUMOCÓCICA 10-valente: vacina pneumocócica 10-valente (conjugada)MENINGOCÓCICA C: vacina meningocócica C (conjugada)FEBRE AMARELA: vacina febre amarela (atenuada)SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA: vacina sarampo, caxumba, rubéola DTP: vacina adsorvida difteria, tétano e pertussisdT: vacina adsorvida difteria e tétano adulto

d T: vacina adsorvida difteria e tétano adulto

Calendário de Vacinação para crianças (maiores de sete anos) e adolescentes – 2011

INTERVALO ENTRE AS DOSES VACINA ESQUEMA
PRIMEIRA VISITA BCG2 DOSE ÚNICA
  HEPATITE B PRIMEIRA DOSE
  dT PRIMEIRA DOSE
  POLIOMIELITE (ORAL) PRIMEIRA DOSE
  SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA PRIMEIRA DOSE
2 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA HEPATITE B SEGUNDA DOSE
  dT SEGUNDA DOSE
  POLIOMIELITE (ORAL) SEGUNDA DOSE
  SARAMPO-CAXUMBA-RUBÉOLA SEGUNDA DOSE
  FEBRE AMARELA1 DOSE INICIAL
4 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA HEPATITE B TERCEIRA DOSE
  dT TERCEIRA DOSE
  POLIOMIELITE (ORAL) TERCEIRA DOSE
A CADA 10 ANOS dT REFORÇO
  FEBRE AMARELA1 REFORÇO

 

Calendário de Vacinação para Adultos entre 20 e 59 anos – 2011

INTERVALO ENTRE AS DOSES VACINA ESQUEMA
PRIMEIRA VISITA dT PRIMEIRA DOSE
  SARAMPO -CAXUMBA-RUBÉOLA DOSE ÚNICA
  FEBRE AMARELA¹ DOSE INICIAL
  HEPATITE B² PRIMEIRA DOSE
2 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA dT SEGUNDA DOSE
  HEPATITE B² SEGUNDA DOSE
6 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA dT TERCEIRA DOSE
  HEPATITE B² TERCEIRA DOSE
A CADA 10 ANOS dT REFORÇO
  FEBRE AMARELA REFORÇO

 

 Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica.
Disponível na rede pública para pessoas até 24 anos de idade a partir de 2011.

Calendário de Vacinação para Adultos com 60 anos ou mais de idade – 2011

INTERVALO ENTRE AS DOSES VACINA ESQUEMA
PRIMEIRA VISITA dT PRIMEIRA DOSE
  FEBRE AMARELA¹ DOSE INICIAL
2 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA dT SEGUNDA DOSE
     
4 MESES APÓS A PRIMEIRA VISITA dT TERCEIRA DOSE
     
ANUALMENTE INFLUENZA²  
     
A CADA 10 ANOS dT REFORÇO
  FEBRE AMARELA ¹ REFORÇO

Observ: Para pessoas que residem ou viajam para regiões onde houver indicação, de acordo com a situação epidemiológica e avaliação do benefício da vacina.
Disponível na rede pública durante períodos de campanha.

Referências Bibliográficas

SP notícias – O globo

Editado 23/12/2010

A Vacinação é a garantia da sua saúde, mantenha sua caderneta atualizada, previna- se.

 

 

Zenilda Martins

  Enfermeira Graduanda de Saúde Pública e Gestão Com Ênfase PSF-  Coordenadora  Departamento De Enfermagem GEDR

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O USO INDEVIDO DE ANTIBIÓTICOS SEM RESTRIÇÃO MÉDICA E SEUS DANOS NA SAÚDE PÚBLICA

28/10/2010

Antibióticos são substâncias antimicrobianas e citostáticas, capazes de agir como tóxico seletivo, quando administrados em pequenas doses (OLIVEIRA, 2008). Os antibióticos agem de maneira específica e inespecífica, sendo que os inespecíficos agem sobre microorganismos patogênicos ou também pode acontecer de não haver essa eficácia esperada. Dando um exemplo de antibiótico inespecífico temos os desinfetantes, e os anticépticos. Os específicos são os que matam bactérias. Pois cada antibiótico é elaborado para matar ou destruir a bactéria especifica O antibitioco foi descoberto por Alexander Fleming, pela descoberta da penicilina em 1928. Daí em diante passou se a elaborar vários tipos de antibióticos. Porém a penicilina só foi de uso da população no ano de 1941, no qual soldados feridos utilizaram na segunda guerra mundial.O antibiótico prescrito para uma pessoa não deve ser deferido a outra pessoa ,pois cada antibiótico tem sua atuação  bacteriana.A população por não saber se auto medica com os antibióticos sem saber qual a finalidade do mesmo.Por exemplo antibióticos não podem ser prescrito no caso de gripes ,resfriados  que são causadas por vírus e fungos, pois  antibióticos não matam nem vírus nem fungos. O uso indevido do antibiótico causa multirresistência de muitas bactérias, pois cada antibiótico é elaborado para uma determinada bactéria. O uso indevido de antibiótico causa um dano a saúde pública no valor de 100 bilhões de dólares gasto anualmente. Existem fatores, por exemplo, que desencadeiam  uma proliferação bacteriana  nos setores hospitalares, isso gerando infecções e mortes, que se torna causa de saúde pública. Alguns desses fatores são: Uso indiscriminado dos antibióticos que ocorrem em 50% das prescrições inapropriadas, de acordo com a OMS causa 25% de mortes em todo pais e 45 % nos países menos desenvolvidos, devido a multirresistencia bacteriana. É utilizado 2/3 desse medicamento de forma incorreta e sem prescrição médica. O uso incorreto do medicamento por não haver prescrição, sendo ingerido de maneira inadequada, as vezes um dia sim,ou  três dias,fazendo o  tratamento incorreto  ,havendo interrupção medicamentosa sem saber o tempo de limite do antibiótico ,isso  acarreta a resistência do antibiótico ,causando fortalecimento as bactérias  e levando até  mesmo o óbito do paciente.É importante explicar ao paciente os danos causados por uso de medicamentos sem prescrição do profissional de saúde. Se é questão de saúde pública  ,cabe a nós da saúde realizar educação em saúde  tanto a população, e aos profissionais da saúde estarem atento a esse fato.Pois a maior profilaxia existe, quando há consciência do fato antes que ele ocorra ,gerando danos a saúde da população.Não é recomendável usar qualquer medicamento sem a prescrição de um  profissional habilitado  a prescrevê-lo.

Qualquer dúvida procure um enfermeiro da sua unidade de saúde, ou fale diretamente com deu médico.

Atenciosamente

Zenilda Martins

Enfermeira e graduanda de Saúde Pública

Membra do Grupo de estudos Doenças Raras

Referências bibliográficas

1-    Tobar, Frederico. Los medicamentos y La promesa incumplida de la medicina moderna .Boletim de programa de investigação  aplicada a saúde. 200 1

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Enfermeira

A Doença, ou Linfoma de Hodgkin, é uma forma de câncer que se origina nos linfonodos (gânglios) do sistema linfático, um conjunto composto por órgãos, tecidos que produzem células responsáveis pela imunidade e vasos que conduzem estas células através do corpo. Esta doença pode ocorrer em qualquer faixa etária; no entanto, é mais comum na idade adulta jovem, dos 15 aos 40 anos, atingindo maior freqüência entre 25 a 30 anos. A incidência de novos casos permaneceu estável nas últimas cinco décadas, enquanto a mortalidade foi reduzida em mais de 60% desde o início dos anos 70 devido aos avanços no tratamento. A maioria dos pacientes com Doença de Hodgkin pode ser curada com tratamento atual. De acordo com a média das taxas brutas encontradas nos 17 Registros de Câncer de Base Populacional (RCBP) do Brasil que possuem mais de 3 anos de informações consolidadas, estima-se que o número de casos novos (incidência) de Linfomas de Hodgkin para o Brasil em 2009 será de aproximadamente 1.600 para o sexo masculino e 1.270 para o sexo feminino em 2009. Os órgãos e tecidos que compõem o sistema linfático incluem linfonodos, timo, baço, amígdalas, medula óssea e tecidos linfáticos no intestino. A linfa, um líquido claro que banha estes tecidos, contém proteínas e células linfóides. Já os linfonodos (gânglios) são encontrados em todos as partes do corpo, principalmente no pescoço, virilha, axilas, pelve, abdome e tórax; produzem e armazenam leucócitos denominados linfócitos. Existem três tipos de linfócitos: os linfócitos B (ou células B), os linfócitos T (ou células T), e as células “natural killer” (células NK). Cada um destes três tipos de células realiza uma função específica no combate a infecções, e também têm importância no combate ao câncer. • As células B produzem anticorpos, que se ligam na superfície de certos tipos de bactérias e atraem células específicas do sistema imune e proteínas do sangue, digerindo as bactérias e células estranhas ao normal. • As células T ajudam a proteger o organismo contra vírus, fungos e algumas bactérias. Também desempenham importante papel nas funções das células B. • As células NK têm como alvo as células tumorais e protegem contra uma larga variedade de agentes infecciosos. Pode-se distinguir a Doença de Hodgkin de outros tipos de linfoma em parte através do exame de amostras sob microscopia. O tecido obtido por biópsia de pacientes com Doença de Hodgkin apresenta células denominadas células de Reed-Sternberg, uma homenagem aos médicos que descreveram primeiramente estas alterações. A Doença de Hodgkin surge quando um linfócito (mais freqüentemente um linfócito B) se transforma de uma célula normal em uma célula maligna, capaz de crescer descontroladamente e disseminar-se. A célula maligna começa a produzir, nos linfonodos, cópias idênticas (também chamadas de clones). Com o passar do tempo, estas células malignas podem se disseminar para tecidos adjacentes, e, se não tratadas, podem atingir outras partes do corpo. Na Doença de Hodgkin, os tumores disseminam-se de um grupo de linfonodos para outros grupos de linfonodos através dos vasos linfáticos. O local mais comum de envolvimento é o tórax, região também denominada mediastino. Fatores de risco Pessoas com sistema imune comprometido, como conseqüência de doenças genéticas hereditárias, infecção pelo HIV, uso de drogas imunossupressoras, têm risco um pouco maior de desenvolver Doença de Hodgkin. Membros de famílias nas quais uma ou mais pessoas tiveram diagnóstico da doença também têm risco aumentado de desenvolvê-la, mas não se deve pensar que é certo de acontecer. Sintomas A Doença de Hodgkin pode surgir em qualquer parte do corpo, e os sintomas da doença dependem da sua localização. Caso desenvolva-se em linfonodos que estão próximos à pele, no pescoço, axilas e virilhas, os sintomas provavelmente incluirão a apresentação de linfonodos aumentados e indolores nestes locais. Se a doença ocorre na região do tórax, os sintomas podem ser de tosse, “falta de ar” (dispnéia) e dor torácica. E quando se apresenta na pelve e no abdome, os sintomas podem ser de plenitude e distensão abdominal. Outros sintomas da Doença de Hodgkin incluem febre, fadiga, sudorese noturna, perda de peso, e prurido (“coceira na pele”). Diagnóstico Utilizam-se vários tipos de exames para diagnosticar Doença de Hodgkin. Estes procedimentos permitem determinar seu tipo específico, e esclarecer outras informações úteis para decidir sobre a forma mais adequada de tratamento. A biópsia é considerada obrigatória para o diagnóstico de Doença de Hodgkin. Durante o procedimento, remove-se uma pequena amostra de tecido para análise, em geral um gânglio linfático aumentado. Há vários tipos de biópsia: • Biópsia excisional ou incisional – o médico, através de uma incisão na pele, remove um gânglio inteiro (excisional), ou uma pequena parte (incisional); • Biópsia de medula óssea – retira-se um pequeno fragmento da medula óssea através de agulha. Esse procedimento não fornece diagnóstico da Doença de Hodgkin, mas é fundamental para determinar a extensão da disseminação da doença; Também são necessários exames de imagem para determinar a localização das tumorações no corpo. Radiografias são empregadas para detectar tumores no tórax; usando-se Tomografia Computadorizada, são obtidas imagens detalhadas do corpo sob diversos ângulos. Já a Ressonância Magnética utiliza ondas magnéticas e de rádio para produzir imagens de partes moles e órgãos; e na Cintigrafia com Gálio, uma substância radioativa, ao ser injetada no corpo do paciente é atraída para locais acometidos pela doença. Além disso, são utilizados outros tipos de exames que ajudam a determinar características específicas das células tumorais nos tecidos biopsiados. Estes testes incluem: • Estudos de citogenética para determinar alterações cromossômicas nas células; • Imunohistoquímica, na qual anticorpos são usados para distinguir entre vários tipos de células cancerosas; • Estudos de genética molecular, que são testes de DNA e RNA altamente sensíveis para determinar traços genéticos específicos das células cancerosas. Classificação e Estadiamento Ao diagnosticar a Doença de Hodgkin, ela é classificada (determina-se o tipo) e seu estágio é avaliado (é realizada uma pesquisa para saber se a doença se disseminou a partir do seu local de origem e em que intensidade). Esta informação é fundamental para estimar o prognóstico do paciente e selecionar o melhor tratamento. Classificação Atualmente, para classificação da Doença de Hodgkin é mais utilizado o sistema de desenvolvido pela Organização Mundial de Saúde em conjunto com um painel de especialistas norte americanos e europeus, denominado REAL ( Revised European American Lymphoma Classification ). Sob este sistema estas doenças são divididas de acordo com um número de características que, junto a outras informações, permitem ao médico estimar o prognóstico do paciente. Estadiamento Após reunir todas as informações disponíveis nos testes diagnósticos, procede-se o estadiamento da doença, ou seja, determinar o quanto se disseminou. Existem quatro estágios, correspondendo o estágio I à doença mais limitada, e o estágio IV, à mais avançada. Também é agregada uma subdivisão destes estágios aos pacientes com certos sintomas relacionados à doença, chamados sintomas B, tais como febre, sudorese noturna, perda de peso significativa. Exemplo: se um paciente tem doença avançada (estágios III ou IV), e tem sintomas B, determina-se o estadiamento como IIIB ou IVB) Tratamento O tratamento clássico da Doença de Hodgkin, em geral, consiste de poliquimioterapia, com ou sem radioterapia. Dependendo do estágio da doença no momento do diagnóstico, pode-se estimar o prognóstico do paciente com o tratamento. O esquema de quimioterapia utilizado de rotina no INCA é denominado ABVD. Para os pacientes que sofrem recaídas (retorno) da doença, são disponíveis alternativas, dependendo da forma do tratamento inicial empregado. As formas empregadas usualmente, e com indicações relativamente precisas, são o emprego de poliquimioterapia e do transplante de medula. Após o tratamento A radioterapia e os esquemas de quimioterapia empregados regularmente trazem riscos para os pacientes após o tratamento. Entre os mais importantes estão o desenvolvimento de outros tipos de câncer (mama, pulmão, tireóide, linfomas e leucemias) e possível infertilidade. No entanto, estes riscos não são suficientemente grandes a ponto de se questionar o uso dessas formas de tratamento, visto que a Doença de Hodgkin é curável se tratada adequadamente. Os pacientes devem ser seguidos continuamente após o tratamento, com consultas periódicas cujos intervalos podem ir aumentando progressivamente. Consulte a publicação Estimativa 2008 Incidência de Câncer no Brasil.


Postado por ESTUDO DE DOENÇAS RARAS no G.E.D.R. em 10/14/2010 04:30:00 PM

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Dificuldade Em Se Adquirir Leite Para Crianças Alergica á Lactose

Alergia a lactose,refere -se a qualquer alimentação no qual deriva-se do leite da vaca,o próprio leite e uma serie de produtos que no qual utiliza-se do leite.O que vem a causar a alergia a lactose é a proteína do leite no qual é ingerido e depositado no intestino.A ausência da lactase no intestino torna -se impossivel a decomposição da lactose em monossacarideos, que é o açucar do leite que é uma fonte de energia importante para o ser humano.Essa deficiência vem a ocasionar reações adversas ,devido a falta dessa proteína animal que é a lactase no intestino.Muitas dessas reações desenvolve  assim que a criança inicia a  alimentação utilizando o  leite da vaca.Esses sinais e sintomas muitas vezes é confundido com outras patólogias ,tornando o diagnóstico tárdio ,devido a falta de conhecimento tanto por parte dos famíliares,como profissionais da aréa da saúde.Deve  ficar atento á introdução do leite de vaca e alimentos da dieta da criança tanto profissionais como famíliares devendo observar sinais e sintomas.Os sinais e sintomas geralmente são diarréias,distenção abdominal,vômitos,flatulência,e dor abdominal.Os vômitos geralmente sucedem após ingerir os alimentos lactiários .As diarréias geralmente são escurecidas e a criança sente dores constantes e com choro permanente devido a essas flatulências(gases) excessivas.Os pais devem procurar assistência médica,assim que notarem diferenciação na digestão da criança ,após ingerirem alimentos a base de leite.Não é recomendavél outros meios ,como chás,ou medicações sem prescrição de um profissional habilitado,pois pode haver diagnóstico tárdio no tratamento da criança.No caso ser diagnósticado a alergia a lactose , o profissional entrará com medidas cabivéis a orientar os país a como proceder diante de tal situação.Existem leites especializados para crianças que possuem intolerância a lactose,apesar de obterem um custo elevado é acessivél.As famílias que não possuem condições  para compra desse leite, o governo disponibiliza-se  esse leite ,desde que comprovado a fonte de renda famíliar,pois uma lata chega a custar o valor de 350,00,ou seja um custo alto para uma família de baixa  renda.Deve -se passar pelo pediatra ,receber o laúdo médico para retirada do produto em locais específicos.O total de tempo gasto para receber o leite,com todos os procedimentos cabivéis é em torno de dois meses.Portanto é imprescindível o diagnóstico mas rápido possível,já que a criança depende desse alimento como fonte de vida.Mas alguma dúvida sobre o assunto consulte um enfermeiro no qual auxiliará nas informações adequadas.

Observação: Não é uma doença rara,mas de difícil diagnóstico.

Enfermeira e Graduanda de Saúde Pública & Gestão.

Coordenadora de enfermagem: Grupo de Estudo Doenças Raras-GEDR-

Zenilda Martins

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